Pot-pourri de Verão 3 – O cavalo

No caminho que faço a pé diariamente até à Praia da Rocha, cruzo-me com um pequeno cavalo, daqueles de meter a moeda, para os miúdos.

Ver as crianças, felizes na sua cavalgada, faz-me sorrir.

Lembro-me de quando era miúdo – tinha uns cinco ou seis anos – e os meus pais me levavam, de vez em quando, à Feira Popular e havia lá um espaço que eu adorava, que tinha uns três ou quatro cavalos, e outras tantas motas.

Eu optava sempre por uma mota. Acelerava por uma estrada imaginária e até parecia que sentia o vento na cara.

Naquela altura tínhamos liberdade para andar de bicicleta sozinhos na rua – ainda não havia medo de raptos – mas, apesar das voltas de bicla, aquelas motas, talvez por causa do barulho, é que me davam mesmo a sensação de andar de moto “a sério”.

E foi aí que eu decidi que um dia havia de ter uma mota! Mota que acabei por ter… uns bons anos mais tarde.

Outros optavam pelos cavalos, e alguns… ficaram agarrados ao cavalo.

Agora que olho para o cavalo no caminho para a praia com mais atenção, então não é que o sacana do cavalo está a tentar vender CRACK aos putos?!

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