RED – Parte 2

A “obra de arte marcante” que coloquei aqui, há dois dias atrás, não é exactamente uma obra de arte, no sentido mais literal da palavra.

Ou melhor dizendo, aquilo não foi feito deliberadamente para ser uma obra de arte. Mas sê-lo-ia, noutro contexto. Se colocada numa exposição, poderia até, quem sabe, tornar-se um ícone da arte contemporânea.

O que me impressiona neste painel é o facto de, por um lado, haver ali um ritmo, nas formas e nas cores, que, foi conseguido, embora de uma forma não deliberada, evidentemente. Por outro lado, o facto de todos aqueles fragmentos remeterem para outros tantos anúncios de produtos que terão criado o tal desejo de posse por carros, bebidas, perfumes, etc., etc.

Dezenas, centenas mesmo talvez, de “eu queria tanto ter aquilo…”

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Raras vezes dei de caras com uma obra de arte tão marcante.

Todas as emoções que andam (andaram) por ali… O desejo da posse, mais que tudo.

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Esmagador. Será mesmo preciso explicar porquê?

Ara… quê?

Aqui há uns tempos, surpreenderam-me com uma fruta que desconhecia completamente e que, sendo relativamente vulgar na Madeira, não se encontra por aí à venda.P1010173t

Araçais. É este o nome desta fruta. O melhor de tudo é que estes foram apanhados de uma árvore plantada há pouco mais de um ano em Bicesse. Por isso, para o ano há mais!

Uma delícia…